Alguém ainda nao sabe? Pois bem, tiro férias do blog (como q a atualizacao fosse constante) pq tô partindo pro Brasil amanha de manha. Sendo assim, vamos a festa:
Dessa vez a primeira parada é em Sao José dos Campos já nessa sexta (25/07) A chegada no Rio só acontece mesmo dia 30, e sendo assim o primeiro chopp já tá marcado pro mesmo dia (ainda nao sei onde)
Agora, é no dia 31 q a coisa aperta. Vespera do aniversário, ultimo dia com 29, nao dá pra ter uma desculpa melhor pra se acabar. O q vai rolar? nem idéia, vai ser de improviso mesmo, mas considerando q é uma quinta...
Me liguem pq é impossivel ficar ligando pra todo mundo!!! Meu celular é o mesmo desde 1956, então nao vou ficar passando o número aqui.
Andaram me dizendo q o reveillon em Copacabana aconteceu uns 2 minutos antes. Antes q todo mundo reclame da zona q é o Brasil segue um videozinho do q foi o reveillon por aqui.
é... foi isso mesmo... por aqui também deu pau, o carinha apertou o botao e o computador nao cooperou e travou. Dizem por aí q a tela azul resolveu dar o ar de sua graça duas vezes.
Fora os fogos pra variar rolou festa aqui em casa no mesmo velho esquema: mais de 30 cabeças, algumas sem eu ter idéia de quem era; a geladeira começando vazia, enchendo e envaziando; o som variando de Daft Punk a Calcinha Preta e rodando todo o Bonde do Rolê; o tapete adquirindo novas manchas de vinho (cerveja evapora); e o vizinho... que vizinho? nem vi, manteve a linha e nao pertubou.
O pão sempre viveu cercado de fatias e talvez por só conviver com pães como ele ficou meio avesso a novos amigos, quando muito se misturava com geléias e cream cheeses, o problema é q logo após disso acabava digerido pelo maléfico estômago.
O pote de provolone por outro lado era mais chegado a se espalhar por aí, com seu formato cilíndrico, alto e de tampa verde perfurada chamava atenção por onde passava. Comprado em tamanho família por um sujeito q morava sozinho era sem dúvida o veterano da geladeira.
E todo final de semana é quase sempre a mesma coisa, pote e pão se espremem dando espaço às convidadas. Aquelas cervejas long neck são como turistas japonesas, sempre chegam em packs de 6 ou 12, se amontoam na geladeira, às vezes fazem uma visita relâmpago ao congelador e em poucas horas se despedem, dando antes uma passadinha pelo banheiro. Aquele corpo esbelto com rótulo gracioso não esconde seu sabor amargo e perigoso, desvirtuam a mente de seus clientes e sempre deixam um gosto de nunca mais no day after. Elas sabem q são apenas uma diversao barata e de fácil degustação. Vinicius costumava dizer q o uisque é o cachorro na garrafa, eu diria q as cervejas nada mais são que camélias engarrafadas.
Na foto o pão de forma se sentindo coagido enquanto o pote de provolone anda feliz da vida com suas amizades descartáveis.
Dá para se fazer uma festa com cara de festa em Seattle?
CINCO simples passos básicos tornam isso possível
1) Visibilidade distorcida por escassez de luminosidade 2) Conversas ao pé do ouvido por volume excessivo do som. 3) Bom senso esquecido em razão do excesso de bebidas alcoólicas 4) Número de pessoas de três a quatro vezes maior q o número de acentos 5) Convidados em perfeito estado de alegria sem preocupações pendentes de trabalhos e brigas conjugais
Eu e Angelo resolvemos q no dia 28 de Julho esses cinco passos serão seguidos exemplarmente. O objetivo final é um só, acabar a noite de manhã, satisfeitos com o resultado e cientes de q foi dada a largada em pró da perdição de linha dessa cidade.
Agora algumas regras básicas q você deverá seguí-las a fim de nos ajudar nesse processo: 1) Compareça a partir das 17 horas e fique até depois do parabéns. O endereço é em algum salão de festá de um prédio de Seattle. o parabéns acontecerá três dias após o início da festa. 2) Traga o que for beber. Destilados são bem vindos, mas lembre-se q só são vendidos em Liquor Stores, portanto pense com um pouco de antecedência. 3) Traga quem quiser. Contamos com seu bom senso, isto é, pessoas animadas e mulheres bonitas terão uma recepção mais calorosa. 4) Evite falar de trabalho ao máximo. Música, Cinema, Compras, Viagens e Copa América são algumas opções bem mais divertidas 5) Dance, balance, perca a compostura, esqueça do mundo a sua volta, feche os olhos, solte os ombros e deixe-se levar por todo e qualquer ritmo q passar pelo seu ouvido.
Esperamos você, e o não comparecimento colocará nossa amizade em um risco desnecessário. Angelo Ribeiro e Rodrigo Hermann
PS: depois não digam q não foram chamados. O endereço vcs peguem comigo via msn, telefone, e-mail, etc.
Aluguei o apartamento em novembro, de lá pra cá comprei algumas peças essenciais pra casa como cama, sofa, tv e mesa pro computador, mas 6 meses depois eu ainda nao tinha uma mesa de jantar. Pois bem, não tinha. Acontece q o custo de entrega era gigante e a mesa nao cabia no meu carro. A solução foi a melhor das já imaginadas, daquelas q me fazem sentir um ser inteligente: Chamo um amigo q tenha um carro grande, pegamos a mesa, montamos a mesa e... damos uma festa em homenagem à mesa.
No dia seguinte à festa colhi algumas opiniões sobre o evento: As panelas gostaram bastante, nos últimos dias elas estavam meio esquecidas e, segundo elas a festa serviu pra mostrar q estão em plena forma e conseguem dar conta numa boa de uma macarronada pra vinte pessoas. A geladeira se sentiu pesada no início da festa por causa da quantidade de cerveja em suas prateleiras, com o passar do tempo o peso foi sendo aliviado e ela pode enfim esfriar um pouco a cabeça. Tanto a TV quanto o Xbox acharam o máximo, conseguiram dar seu show durante todo o tempo, berraram em todos os tons, mostrando q conseguem tocar do forró ao rock alternativo. O Xbox ainda estava mais esfusiante, disse q travou uma ou duas vezes tamanha a excitação por todos quererem tocar em seus botoes. O cinzeiro odiou a festa, segundo ele essa tal geração saúde é irritantemente chata, dá toda a atenção pro o abridor de garrafas e sempre o deixa esquecido em algum canto da casa. O sofá gostou bastante e manteve a sua sobriedade durante todo o tempo. Ao fim se viu obrigado a se desdobrar virando uma cama e ajudando um daqueles q por beber demais nao tinha como voltar pra casa. As almofadas gostaram mais do início da festa quando ainda eram a grande sensação devido a seu modelito transadinho. No final reclamaram um pouco por terem q atuar como travesseiro de indíviduos q cismavam em babar em seu tecido. Enfim, a mesa disse q adorou a homenagem, segurou a barra com bastante estabilidade e mesmo depois de horas apoiando a bebida dos outros continuava lá segura de si e pronto pra próxima.
Hoje ao acordarem todos fizeram o favor de tomar um banho tirando o cheiro de ressaca q estava no ar. O único insatisfeito parece ser mesmo o carpete, q não sabe como se desvencilhar de alguns copos de cerveja derramados.
Huguinho, Zezinho, Luisinho e Joãozinho acordaram felizes no sábado, não era dia de escola, era dia de festa. Passado o almoço trataram logo de colocar suas roupinhas verdes e foram atrás de alguma casa de festa (pub).
Às 15:30 passaram pela primeira e já tava cheia. Conseguiram entrar às quatro e pouco na casa da coruja irlandesa. Chegaram lá e ficou decidido q cada um seria responsável por uma rodada de bebida irlandesa, tinha uma parecida com coca-cola (Guiness) e outra com guaraná (Harp).
Logo depois apareceu uma bandinha de saia pra tocar umas músicas estranhas. Todo mundo aplaudiu e a bandinha ficou super feliz.
O tempo foi passando e os quatro amigos começaram a ficar mais animados e a ver tudo mais em câmera lenta. Depois da quarta bebida, Joãozinho disse q tava cansado e não queria mais saber de festa, levantou da cadeira e foi pra casa mimir.
Huguinho, Zezinho, Luisinho e todo mundo da festa cada vez ficavam mais felizes. Alguns começavam a ficar com muito sono e dormiam na cadeira ou até caiam no chão.
Depois da sétima bebida Huguinho disse q precisava ir no banheiro rapidinho, não demorou muito pra voltar dizendo q tava com um gosto ruim na boca mas bem mais aliviado.
Teve uma hora q os meninos começaram a brincar de jogar dadinhos com uma menina gorda, bem gorda, daquelas q quando abraça não se chega do outro lado. Zezinho ganhou a brincadeira mas preferiu não aceitar o beijo da menina. Não sei dizer se ela ficou triste, mas eles já não estavam nem aí pra isso.
Às oito da noite já era tarde pras crianças e eles resolveram voltar pra casa, antes passaram numa lanchonete. Zezinho e Luisinho queriam fazer pipi, mas o moço da lanchonete não deixou pq tava ocupado ajudando Huguinho a pegar água (Huguinho não entendia aquele monte de botão da máquina de refrigerante).
No meio do lanche Luizinho disse q tava se sentindo estranho e deu uma saidinha. Não deu nem dois minutos ele voltou dizendo q tinha sujado a lixeira e q a boca dele tava com um gosto estranho.
Saíram da lanchonete e foram pra casa de taxi, Luisinho pagou com uma nota de 10 e esqueceu de pegar o troco. Huguinho e Zezinho também nem lembraram.
Zezinho q mora com Joãozinho tinha esquecido a chave de casa, mas como Joãozinho não atendia o telefone os três meninos foram dormir na casa de Huguinho.
Eram nove horas quando Huguinho dormiu na cama, Luizinho no sofá e o pobre do Zezinho no chão. A uma da manhã Joãozinho acordou e ligou pro Zezinho ir pra casa dormir. Nesse meio tempo Luizinho achou mais divertido sair do sofá e ir dormir sentado na cozinha.
No dia seguinte os três amigos acordaram com um pouquinho de dor de cabeça. Zezinho, q é bom de matemática, fez a conta e concluiu q cada um tinha bebido 3.8 litros de bebida irlandesa em 3 horas e meia de festa.
São Patrício deve ter ficado feliz com a homenagem.
A galera se juntou lá em casa desde cedo, enchemos a geladeira de cerveja, aumentamos o som do computador e o volume de nossa voz e, passamos a ignorar a existência de vizinhos. Como sou péssimo em descrever aquilo q ou não presenciei ou não lembro, fica mais fácil disponibilizar as fotos e editar um vídeo. Assim fica liberado para q cada um chegue às suas próprias conclusões.
Depois de algumas tentativas frustadas de organizar alguma coisa, finalmente nessa sexta-feira deu-se uma luz.
Combinamos uns 10 brasileiros de chegar na minha casa pra fazer a pré. Marquei as 21 horas, mas o pessoal começou a chegar as 22 e saímos às 23. Lembrando que tudo fecha as 2 da manha.
Fomos andando pro The Chapel, a principio seria uma boate instalada dentro de uma igreja. Realmente era dentro de uma igreja, mas não era uma boate, mas um bar. Ficamos 2 minutos e saímos.
O Thiago disse que sabia de um canto q normalmente ele ia e era perto. Continuamos andando e lá pra meia-noite chegamos na boate. Realmente era uma boate, mas como na sexta era dia de lésbicas, homens só entravam acompanhados. Explica-se, o bairro era Capitol Hill, reconhecido como um lugar mais alternativo e liberal (gay).
Saímos de onde nem entramos, desistimos de procurar uma boate e acabamos entrando no primeiro pub movimentado q apareceu na nossa frente. Ficamos lá até a luz acender e o garçom berrar "Laaaast Caaaaalllll". Bebemos o q tínhamos na mão e fomos embora antes de sermos expulsos.
A foto mostra minha cozinha nessa manhã de sábado.